segunda-feira, 18 de junho de 2007

Bendito "Coração"


Bendito "Coração"! Será que foi por Ele que se iniciou a reparação deste passeio, que circunda o Campus do IPB (Alameda de Santa Apolónia) ou foi pelo projecto "pelo Coração" e seus utilizadores que andam a tratar do "Coração"? Será que se deve, só e só ao mau estado em que se encontra ou por ali passeia gente importante?! É que o dito cujo está em mau estado há anos e só agora é que se reparou que está lastimável, devido ao crescimento das árvores ali plantadas. Daí se estranhar o repentino arranjo; porquê em cimento e não em cubos de granito(?) como acontece no seguimento pela Av. Sá Carneiro (é o mal de que padecem todos os passeios), quando na cidade e nomeadamente nos seus bairros não existem passeios e aqueles que estão com essa designação, estão em terra batida, cimento ou com um pouco dos dois. Bendito "Coração"...
Será que é necessário criar em todos os bairro ou avenidas da cidade algo denominado "pelo Coração I, II..." para que se arranjem todos os passeios e fazer os que faltam?
Era justo... fazer os que faltam para depois reparar os que vão ficando danificados, pela intervenção do homem ou da natureza.
- Desculpe?!... Não é nada disso! Não é uma crítica destrutiva, não Senhor. Antes um alertar para a dualidade de critérios existente. Eu também por lá passeio (disse passeio), mas também passeio pela av. General Humberto Delgado!...
Não é escrever por escrever, falar por falar. Trata-se de mobilidade e bem-estar para quem passeia ou trata do "Coração". Porquê reparar este e não construir aquele?!...
Quem pensa o contrário?!....
Vem mesmo a talhe de foice o tema "Estranha forma de vida" da autoria de Amália Rodrigues/Alfredo Duarte:

Estranha forma de vida
Foi por vontade de Deus
Que eu vivo nesta ansiedade
Que todos os ais são meus
Que é toda a minha saudade
Foi por vontade de Deus

Que estranha forma de vida
Tem este meu coração
Vivo de vida perdida
Quem lhe daria o condão
Que estranha forma de vida

Coração independente
Coração que não comando
Vives perdido entre a gente
Teimosamente sangrando
Coração Independente

Eu não te acompanho mais
Pára deixa de bater
Se não sabes onde vais
Porque teimas em correr
Eu não te acompanho mais

Eu não te acompanho mais
Pára deixa de bater
Se não sabes onde vais
Porque teimas em correr
Eu não te acompanho mais

Amália Rodrigues/Alfredo Duarte

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Cães na via pública

Se de dia incomodam quem circula pelas ruas da cidade, imagine-se o quanto incomodam de madrugada. Sim, no dia 16, às 02h00 eram cerca de 20, na Rua Amália Rodrigues. Parecia um golpe de estado canino: instalaram-se nas duas faixas de rodagem e respectivos passeios e quem por ali circulasse, a pé ou de carro, teria de ter licença.
Bem sei que eles também têm direito a viver, mas desta forma? Será justo?... Os seus donos, sim porque os têm, não têm a consciência pesada por abandonarem o animal e logo de noite, altura para descansar das canseiras da vida!
Senhores responsáveis (Câmara, Juntas de Freguesia e Defensores/Protectores dos Animais) está na hora de resolver o problema… entendam-se! A situação não pode continuar assim, é insustentável! Não podemos continuar a defender os animais quando são apanhados na rede e logo de seguida os abandonamos à sua sorte. Cada vez há mais caninos a circular e infestar as ruas da cidade e não vejo ninguém com o saquinho e a luva apanhar os dejectos que eles produzem, mas quando são apanhados e metidos no canil, cai o Carmo e a Trindade. Aparecem defensores/protectores de todo o lado a reclamar, porque os direitos dos caninos não estão a ser salvaguardados. Pergunto: porque, quando isso acontece, os ditos não vão ver quem os levanta e paga a respectiva coima e de seguida (às portas da Câmara) os liberta novamente na via pública, não os leva para casa. Tenho a certeza de que todos ficaríamos muito agradecidos, inclusive o canino.
Vamos lá acabar com esta praga na via pública; Vamos tratar os animais com dignidade: quem tem que os estime, os outros que criem condições aceitáveis e não aquela miséria de canil no Albergue, para poderem ficar em cativeiro até que alguém que goste de animais os vá buscar para companhia.
Proteger os animais, SIM! Mas quem nos protege deles? Os seus donos?!...
Se não sabemos tratar de nós, andamos a proteger o quê?!...
Ai esta vida de canino!...

Obras na Av. do Sabor!...

Se eram necessárias, e eram, logo sejam bem-vindas!
Mas... não se compreende como é que estão a demorar tanto, causando transtornos a quem ali mora e a quem tem de ali passar todos os dias. Sim, todos os dias!... Pois não há outra saída. Olvidei-me: há o IP4, a Rua José Beça, e ainda a Rua Miguel Torga, com passagem pelo Largo Albino Lopo. Só que por teimosia, não sei de quem, à excepção do IP4 todas as ruas citadas, estão com sinalização de SENTIDO PROIBIDO.
Todas as manhãs, por volta das 08h30, o caos está instalado na Rua Monsenhor José de Castro. É que são autocarros privados, STUB’s, veículos dos pais que deixam os seus filhos na Escola Miguel Torga e dos respectivos moradores daquela zona da cidade que provocam aquele engarrafamento e que deixam os condutores com os nervos à “flor da pele”. É verdade ou não, senhores condutores dos STUB’s e Sr. Vice-Presidente da Câmara?
Pergunto: não se pode, temporariamente, tapar o sinal de SENTIDO PROIBIDO na Rua José Beça para a fluidez do trânsito ser normal, evitando-se, assim, aquela fila interminável de viaturas?
Com boa vontade e visão de mobilidade... vamos lá!